fanzines

Bom dia, tarde, noite. Sou Bruno Ribeiro, nasci em julho de 1989. Um mineiro radicado na Paraíba e com tiques argentinos. Graduado em publicidade & propaganda e mestre em Escrita Criativa pela Universidad Nacional de Tres de Febrero, de Buenos Aires. Escrevo, traduzo, roteirizo, bagunço e experimento. Publiquei em jornais, revistas, blogues, livros e antologias. Ganhei algumas coisas com a literatura e a arte. Mais informações abaixo.
seta-baixo

Obras:

cats

Febre de Enxofre

Guaratinguetá. Penalux, 2016.

Yuri Quirino, um poeta desiludido, após se despedir da mulher amada conhece Manuel di Paula, uma criatura estranha que oferece uma oportunidade peculiar de trabalho para ele: escrever sua biografia. Para escrevê-la, Yuri viaja até a cidade natal de Manuel, Buenos Aires, e termina entrando em uma voragem absurda de horror e perdição.

Comentários sobre a obra:

“Febre de Enxofre tende a se converter em um jogo de bonecas russas, ou espelhos confrontados, onde um e outro pisam na cauda do outro mutuamente. Um livro que assume riscos e cumpre com as expectativas que se propõe. Destaco a convicção de escritor que sustenta e impulsiona a obra.” (Luis Chitarroni).

“Os méritos do relato de Bruno Ribeiro são evidentes: uma escritura segura de si mesma, não ostentosa, posta ao serviço do material narrado em um delicado equilíbrio entre o coloquial e o culto, o prosaico e o sagrado, a alucinação e a realidade, o humor e o horror, em uma história que pode ser lida como uma versão pós-moderna de um dos grandes mitos da literatura moderna: o vampirismo.” (Guillermo Saavedra).

“Diz-se que alguns autores, tal como Georges Bataille, escrevem para se apagar do mundo. Parece ser exatamente o caso de Bruno Ribeiro: Febre de Enxofre brinca com o real, o fictício e o imaginário na busca de uma forma de desaparecer completamente. Bom ver que ainda temos escritores assim.” (Wander Shirukaya).

“Ler Febre de Enxofre é uma festa literária: é passar do Deus está morto à extremidade de um inferno eterno: é uma trama sem tréguas, um tratado sobre a poesia, uma pergunta em torno da (consciência de) finitude, um derramamento de criatividade; sim, é tudo isso, mas também, e fundamentalmente, uma pergunta sobre a linguagem, porque é na prosa desse romance que se jogam todas as batalhas que são, no fundo, uma única batalha: a da literatura que permanece de pé para nos lembrar que escrever é um risco e que temos que aceitá-lo sem pudores.” (Mariana Travacio)

“Um livro faústico!” (Maria Valéria Rezende)

“A quebra da barreira entre obra e criador, mostrando que a escrita nem sempre é uma maneira de expurgar demônios, mas também a chance de se fazer um pacto com o diabo.” (Sérgio Tavares)

“Bruno Ribeiro escancara, como a bocarra negra e circular de Di Paula, na gênese da criação poética uma viagem odisseica que todo escritor atravessa e que é ver a si próprio, mergulhar e se alimentar da substância de todo o horror e amor da qual a poeisis é feita. Ou seja, é negar a ideia romantizada da inspiração como faísca divina, dádiva dos deuses reservada a poucos, e chamar para si a responsabilidade de buscar as condições e a matéria, fonte da própria criação.” (André Timm)

Compre o livro no site da Editora Penaluxgoo.gl/muuFH7

15380377_1809675449308547_7073268711112871834_n

  • O começo do romance foi publicado na Revista Germina de Literatura & Arte. (Link: http://goo.gl/FglXy8)
  • Um trecho do romance foi publicado na Mallarmargens – Revista de poesia e arte contemporânea. (Link: goo.gl/g7kqel)
  • Bruno Ribeiro chega com ‘Febre de Enxofre’ e movimenta o mercado literário na Paraíba (Link: goo.gl/7uEoDQ)
  • “Vampirismo febril e antimercadológico de Bruno Ribeiro”. Matéria nO Globo. (Link: goo.gl/ubq2pE)
  • Febre de Enxofre na lista do Literatura Br dos 20 melhores livros do ano. (Link: goo.gl/8JTczi)
  • Vídeo-resenha da Febre de Enxofre no canal LiteraTamy. (Link: goo.gl/ktb2au)
  • Resenha na página Segredos Literários. (Link: goo.gl/TdtVvI)
  • “A viagem ao inferno de Bruno Ribeiro”, crítica de Sérgio Tavares. (Link: goo.gl/mbYaHv)
  • “Orillas, vampiros e sede de poesia: a gênese da criação poética em Febre de enxofre, romance de Bruno Ribeiro”, por André Timm. (Link: goo.gl/NXVTG9)
  • “Suspense e alucinações”, no PublishNews. (Link: goo.gl/B2FCDk)

glitter4

Glitter

Brasil. Amazon, 2017.

Finalista do Prêmio Sesc de Literatura 2016.

Finalista do Prêmio Kindle de Literatura.

Guilherme de Boaventura, um estilista e escritor, contrata vinte modelos problemáticas para conceber o La Poésie Vivant, um desfile kamikaze. As modelos se exilam em um shopping por um ano e no final deste exílio, elas desfilam e se matam na frente de uma plateia fashionista.

Comentários sobre a obra:

“Glitter, do Bruno Ribeiro é uma matriz de provocações. Politicamente incorreto e brutal nos mostra que a brutalidade humana está presente em uma espécie de “brutalidade da moda”. O humano e a moda são essas matrizes que nos tiram do eixo, da zona de conforto, criam sofrimentos, necessidades e demandas que podem enlouquecer a qualquer um. É o tipo de livro que você precisa ler, pois é uma “leitura experiência” e qualquer análise da obra não chega perto de quando nos colocamos como um “leitor que sente”. É necessário subir na passarela deixando todos os seus rótulos para trás.” (Felipe Cherubin)

“O autor utiliza três narradores, Eva, Lana e Viddi, para fazer uma crítica surreal ao mundo da moda. Com linguagem ágil, ele mescla essas narrativas a poemas escritos por outros personagens. Os narradores em si são inesquecíveis, Viddi em particular: um personagem imoral, mas dotado de um carisma e presença literária imensos. O fluxo de consciência da narrativa conduz a um final imprevisível e perturbador. Não recomendado para os de estômago fraco.” (André Luís)

“Trabalhando a partir do universo fashionista, “Glitter” desenvolve uma série de situações que não dizem respeito apenas à moda, mas também aos limites da arte e à cultura ególatra da imagem. A obsessão com a brutalidade do contemporâneo é uma das características de Bruno Ribeiro. Esses temas estão presentes em “Glitter” e aos poucos, sorrateiros, tornam-se uma presença incômoda na mente do leitor.” (Matheus Borges)

“Um romance incômodo e insano, com linguagem cativante e fluente, no qual você embarca e vai até o naufrágio final. Uma crítica pungente ao segmento da moda, mas também um retrato do mundo contemporâneo e desses tempos sombrios. Recomendo muito.” (Eduardo Sabino)

Compre o livro na Amazongoo.gl/rVH69H

arran.jpg

Arranhando Paredes 

Juiz de Fora. Bartlebee, 2014.

Os contos reunidos neste livro provavelmente se enquadram no que se costuma chamar “literatura transgressiva” – onde muitos deles sem dúvida começaram, mas se abriram posteriormente a outras influências. No mundo de Bruno Ribeiro, o absurdo se mescla ao tragicamente cômico: são histórias igualmente capazes de fazer rir e partir seu coração – talvez até ao mesmo tempo. É um mundo de personagens excêntricos, sejam marginalizados, sejam “homens de bem”, onde loucura e ternura podem estar igualmente dissimulados em ambos. É um mundo de cínico niilismo, em que os personagens se debatem em busca de alguma esperança.

Comentários sobre a obra:

“Um dos vencedores do disputado concurso Brasil em Prosa, o jovem autor mineiro de 26 anos apresenta um país de cores aberrantes (…) Arranhando Paredes ganha relevância maior, além das suas inegáveis qualidades literárias, num momento em que o Brasil é sacudido por uma tremenda e despudorada onda reacionária, em que programas de televisão policialescos e sensacionalistas tentam ditar a moralidade vigente enquanto exploram avidamente os detalhes mais sórdidos e vis dos crimes. Diante de um quadro desses, o hiper-realismo exuberante de Bruno Ribeiro ganha foros de documentário.” (“Um país de paredes arranhadas”, resenha de Alfredo Monte)

“Arranhando Paredes (Bartlebee), de Bruno Ribeiro – textos cujo exuberante hiper-realismo parece até documentário perante a ressurreição de ameaças de golpe, da onda reacionária e do sensacionalismo autoritário de certos programas jornalísticos.” (Lista dos melhores livros de 2015, por Alfredo Monte)

“Um ótimo livro horrível!” (Maria Valéria Rezende)

“Arranhando Paredes é a leitura de um autor ousado dos anos 70 sobre os dias de hoje: muito careta pra um disco um pouco arranhado, mas que se sustenta em pé.” (João Matias)

“Arranhando Paredes é uma exibição da beleza da crueza; uma amostra grotesca e bela do cenário em que vivemos.” (Wander Shirukaya)

“Atrás das paredes arranhadas deste livro estão escondidos os lobos raivosos do século XXI” (André Luís de Araújo)

“Lembro que o próprio nome do livro já tinha me dado uma sensação prévia do conteúdo: a agonia de se arranhar uma parede e rasgar a ponta dos dedos, quebrando a ponta das unhas sujas do manusear diário, mas ao mesmo tempo aquela sensação de prazer ao acariciar as rachaduras e relevos que nela se encontram, pela simples sensação do tato.” (Luana Melo)

“Arranhando paredes, arranhando a vida, pedindo emprestado, arranhando ternura, roubando amor. Como for. Tudo isso e muito mais nesses contos maravilhosos da prosa do Bruno Ribeiro.” (Mariana Travacio)

“Arranhando Paredes não se esconde atrás de pudores para apresentar o lado escuro do humano. Com o característico estilo visceral do autor, sofremos com nossa impotência de meros espectadores diante de um incorrigível mundo errante.” (Rodolpho De Barros)

“Arranhando Paredes merece uma leitura atenta daqueles que admiram uma literatura transgressiva, marcada pelos termos do sexo e do horror.” (Bruno Gaudêncio)

“Bruno sabe como deixar o leitor desconfortável, mas também sabe fazê-lo rir (ou de nervoso, ou de alívio). Eu mesmo ri até ficar com dor nas costelas (de nervoso e de alívio). Quem gosta de humor negro não pode deixar passar.” (Roberto Denser)

  • O conto “Volta, Jorge” está disponível no blog Quebrando o Gênio. (Link: https://goo.gl/KWUcCx)

Edição estrangeira:

traduc3a7c3a3o

Arañando Paredes (Ed. Outsider, 2015). Traduzido por Mariana Travacio.

La amenaza de que lo malo puede ser peor, la angustia de verlo suceder. Arrancarse el cuerpo a pedazos por amor y el amor no vuelve. Un yuppie paulista rellenaba su vacío interior en la mugre oscura de un semáforo del centro. Una chica hace dedo en un suburbio peligroso, un tipo la sube al auto y ¿bromean? entre ellos sobre la forma en que cada uno trata a sus víctimas.

Arañando paredes es el primer libro de Bruno Ribeiro, escritor y cineasta, Bruno aborda lo oscuro de frente, sin remilgos y sin concesiones, primeros planos sin anestesia, nos avisa que las cosas pueden ser peores… y lo son. Pero la forma en que Bruno nos lleva es casi inocente, sin tomar partidos, ni acentuar nada. Apenas mostrando lo necesario y plantando cada tanto algún giro ingenioso que nos deja sonreír por un instante antes de seguir paseando por ese universo de crudeza implacable.

  • Los libros de 2015 en Eterna Cadencia: un anticipo de los libros que aparecerán en el año (Link: goo.gl/ygUqI8)
  • “Outsider, cuentos digitales”. Matéria sobre a editora Outsider para a revista Losinrocks. (Link: goo.gl/dEJvVp)

poluição mental

Poluição Mental

Campina Grande. Auto-publicação, 2012.

4 homens. 4 narrativas. Muito sangue. 4 histórias de transgressão, morte e depravação.

Comentários sobre a obra:

“Poluição mental tem quatro histórias: Selo literário, academia vegetal, domingo e trash.
As 4 histórias falam de homens perturbados e com problemas sérios em relação ao meio que vivem.” (“Bruno Ribeiro lança 1° e-book em Campina Grande”, por Jairo Cézar)

“Os contos que compõem esta edição tem em comum a brutalidade, a ultra-violência. Seus personagens são transgressores que não medem esforços para contestar a moral vigente. Renda-se ao choque dessas pequenas histórias e se prepare para mergulhar neste banho de sangue.” (André Luís)

“Mentes doentias existem e, definitivamente, não estão preocupadas com a sensibilidade de Senhor ninguém. As perturbações mentais dos personagens desses 4 contos foram perfeitamente externalizadas pelos diálogos doentios e crus. Não só pela prova de fazer algo transgressor, mas, pelo fato de que amorais existem, estão por aí, delirando por sangue e violência. Bruno é o delírio violento e doentio. Petulante. Martelará em sua cabeça.” (Mylena Queiroz)

“Poluição Mental circula em nossas mentes não como um câncer, como sugere um de seus contos, mas por mostrar também que há beleza na crueza do caos.” (Wander Shirukaya)

castro-alves-jovem

Castro Alves em quadrinhos

João Pessoa. Patmos, 2016. (No prelo)

 

fanzines

 

Prêmios e concursos:

26106134._UY3334_SS3334_

  • Concurso literário Brasil em Prosa, realizado pelo O Globo em parceria com a Amazon e a Samsung (2015).

“Disputa literária, que teve inscrição de aproximadamente 6,5 mil contos inéditos, consagrou os autores Eduardo Sabino, Irka Barrios e Bruno Ribeiro.” (Link para ler a matéria do jornal: http://goo.gl/a8JRCh)

“Eduardo Sabino, Irka Barrios e Bruno Ribeiro falaram como foi criar os contos e participaram de debate sobre plataformas digitais” (Link: http://goo.gl/6UIxYO)

“Brasil em Prosa premia os três vencedores neste domingo.” (Link: http://migre.me/u3dIw)

É possível ler o meu conto premiado, “A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero”, pelo site do O Globo (grátis): http://goo.gl/1J14No ou pelo site da Amazon: https://goo.gl/hDsL3J

Tradução:

13241141_1149637618437252_5704588950619829117_n

The Art of Dying or Marta Diptera Brachycera (Trad. Joanna Neville)

Link para ler o conto em inglês: https://goo.gl/RxLrnQ

Comentários sobre o conto: 

“Inspirado no absurdismo de Kafka, Bruno Ribeiro empresta a mosca que pousou na sopa do Raul Seixas para eviscerar a morte em vida.

Quem discorre sobre essa arte é um perito entomologista que frequenta bares esquecidos pela inspeção sanitária com o intuito de diagnosticar o problema por meio de sua visão Raio X, surrupiada de algum filme do Super-Homem.

Grotesco, cheirando gordura e com o sabor férrico de sangue, esse conto revela o estilo ousado e absolutamente pessoal do autor. Repleto de estranhezas, pode ser comparado a um exótico banquete, portanto, quem deseja apreciar um simples prato de bife com batatas fritas é melhor deixá-lo de lado.

Sem dúvida, Bruno Ribeiro ainda vai dar muito mais o que falar…” (Leila Gonçalves)

“Bruno Ribeiro senta à mesa com Cronemberg, Kafka e Raulzito neste conto de perturbar o sono, uma breve amostra do que é capaz a literatura do autor de “Arranhando Paredes.” (Tiago Germano)

“A existência humana se dá, afinal, com que propósito? Nesse breve e engenhoso conto, o autor nos coloca diante de uma das perguntas mais ancestrais, cuja resposta, pode ser menos grandiosa do que gostaríamos. Nossa vida, no final, vale mais que a de uma simples mosca? De Lispector à Kafka, muitos dos grandes autores se questionaram de maneira semelhante. Bruno Ribeiro mostra que partilha das mesmas inquietações e do mesmo talento para expressá-las. Recomendo.” (André Timm)

“Bruno tem uma habilidade fora do comum para criar personagens interessantes, narradores interessantes e situações interessantes. Certa vez ele disse que, se tem uma coisa que ele faz questão, essa coisa é que seus textos sejam divertidos. E não tem outra não: ele consegue isso com maestria. Impossível ler seus contos e não imaginá-los na telona. A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero é um conto brilhante, mas não para quem tem estômago de maricas.” (Roberto Denser)

“Excelente forma de capturar uma dita realidade através de uma amálgama de ironia, crueza, bons diálogos e imprevisibilidade. Trabalhando um conto com a exatidão paranoica pela biologia das moscas em contraponto com o niilismo do personagem, Bruno cria uma realidade que se aproxima e muito do cinema, do noir, dessas células em que grandes tragédias podem estar comprimidas em um cenário minimalista. O conto tem um arsenal de diálogo em que mostra que o autor está muito bem dominando tudo, como um diretor que dirige um curta com total independência de outros fatores. E o foco é isso. Irretocável.” (André Ricardo Aguiar)

“Humor doentio e sarcástico envolvendo um pequeno acontecimento da vida, numa lanchonete, entre o freguês, a garçonete e uma mosca. Excelente.” (R. A. Mesquita)

  • Final do Prêmio Sesc de Literatura 2016.

O meu romance “Glitter” (inédito) foi um dos finalistas da premiação.

“O Prêmio Sesc de Literatura 2016 teve 1503 livros inscritos – 709 contos e 794 romances. São Paulo e Rio de Janeiro foram os estados com maior número de candidatos: 469 e 208, respectivamente. O número de 1503 inscritos deste ano é três vezes maior que a média histórica do projeto.”

29 finalistas de 794 participantes da categoria romance.

Prêmio Sesc de Literatura divulga os vencedores de 2016http://goo.gl/PKS2w6

  • FIC (2016)

1933836_1051543838246631_1922764261634885403_n

Curso de Escrita Criativa JP (em João Pessoa – PB). Projeto aprovado pelo Fundo de Incentivo à Cultura Augusto dos Anjos (FIC).

Página no Facebook: https://goo.gl/zKtC17

  • Finalista do Prêmio Kindle de Literatura (2016)

15439806_1059939804132154_8064070659236555967_n

  • “Prêmio Kindle de Literatura seleciona dez finalistas; veja lista de autores.” Matéria na Folha de São Paulo (Link: goo.gl/yfrLYo)

 

fanzines

 

Outras publicações:

  • Publicações na Revista Blecaute (PB)

“Veisalgia”, conto publicado na 7 edição. (Link: http://migre.me/u37Tu)

Crítica do livro “O Mapa e o Território”, de Michel Houellebecq, publicado na 13 edição. (Link: http://migre.me/u37Ol)

“07:20”, conto publicado na 17 edição. (Link: http://migre.me/u37P1)

  • Publicações em antologias da Editora Estronho (SP).

22124950

  • Participei com o conto “Caindo em desgraça” no livro “Zumbis: quem disse que eles estão mortos?” (All Print, 2011)

Comentários sobre o conto:

“Um homem rico e poderoso usa todos os seus recursos a fim de recuperar o filho doente, mas o experimento dá errado. História legal.” (Blog Além das Estrelas)

“William é um homem poderoso, sem qualquer escrúpulos. Depois de anos tentando encontrar, criou e espalhou o vírus que faria com que todos virassem zumbis. Mas será que foi necessário? Eu gostei muito desse conto! Também está empatado entre os preferidos da antologia. William é um homem sem nenhuma ética e que só faz o que lhe interessa – mesmo que isso seja prejudicial para todo o resto do mundo. Mas, no fundo, ele sabe o que é amar.” (Skoob)

“Um homem muito poderoso financeiramente espalha um vírus que transforma as pessoas em zumbis para poder vender a cura.” (Blog Epidemia de Livros)

SOBRENATURAL_1297539388B

  • Participei com o conto “Controle” no livro “Sobrenatural: contos fantásticos” (All Print, 2011)

Comentários sobre o conto:

“Um homem se apaixona e decide dar provavelmente seu bem mais precioso para ficar com ela. Gostei desse.” (Blog Além das Estrelas)

Extraneus_Vol._3

  • Participei com o conto “Reza Crua” no livro “Extraneus 3: em nome de Deus” (Estronho, 2012)

Comentários sobre o livro:

“Narrativas dramáticas, de horror e suspense se intercalam nessa breve antologia, que abarca autores de diferentes idades e localidades, com diferentes bagagens culturais e visões de mundo, e que, consequentemente, expressando-se em diferentes estilos. O virar da última página de cada conto desperta certa apreensão, pois não se sabe o que virá a seguir; podemos desembarcar num futuro próximo ou na Lisboa do século XVIII. Assim sendo, a diversidade de experiências promovida pelo livro é, sem dúvida, seu maior mérito.” (Vortex Cultural)

“Religião é um assunto bem complicado de comentar, nem saberia por onde começar, felizmente os contos trazem uma boa diversidade dentro do tema e não se prendem em títulos/especificações, o leitor vai ter uma ideia de qual religião estaria sendo abordada, mas o nome não tem tanta importância, o principal (acredito eu) é o poder que exerce sobre seus crentes.” (Skoob)

  • Outras:

1908451_781959985173399_5325177095152714627_n

  • Avenida 7“, conto publicado pela revista uruguaia Literatosis de número 3. (Trad. Mariana Travacio). (Link: https://goo.gl/dLvm9h)

574995_457804724287215_1469551540_n

  • (2012-2013) Publicações no jornal Contraponto de João Pessoa.

mockup_Pulp

  • Bartolomeu“, conto publicado na segunda edição da revista Pulp Fiction da Homo Literatus. (Link: http://goo.gl/T0rjDl)
  • O dia em que Clint Eastwood arrombou o cu do Silas Malafaia.” Conto publicado na Antologia Clint Eastwood. (Link: https://goo.gl/QEbwYB)

1111

  • Resenha em espanhol do livro “Pichonas”, de Claudia Aboaf, para a página Solo Tempestad. (Link: http://goo.gl/d8EeMy)

13770299_1218944808150424_7899542670857330065_n

  • Participei com o conto “A Pureza do Inimigo” na antologia “O Demônio de cada um”. (Penalux, 2016)
  • Antologia “Outsider (BrasilxArgentina)”. (Org. Bruno Ribeiro) Outsider, 2016. (No prelo)

14055166_1222246467843033_3274578502774237945_n

  • Participei com o conto “O Retorno do Monstro” na antologia “O Outro Lado da Notícia”. (Link, 2016).

CAPA FINAL

  • Antologia “Um Jardim de Promessas”. (Org. Bruno Ribeiro) Auto-publicação, 2016. (Link para baixar a antologia: Um Jardim de Promessas)
  • Participei com o conto “Orexia” na antologia Nick Cave. (Antologia publicada na Homo Literatus: goo.gl/eSfk7N)

 

fanzines

 

Entrevistas:

  • 2 Mil Toques“, projeto do escritor André Timm. O dia a dia dos escritores e suas rotinas de produção. (Link: https://goo.gl/YVvxYP)
  • Melhores momentos do Workshop de Escrita e Publicação Independente KDP em Recife com Sidney Rocha, Bruno Ribeiro e Mila Wander. (Link: https://goo.gl/sDyMxx)
  • Entrevista sobre a minha oficina de Escrita Criativa no Sesc de Letras. (Link: https://goo.gl/HfT9Ou)
  • Entrevista sobre a antologia O Demônio de Cada Um (Editora Penalux, 2016) (Link: goo.gl/XSJ65R)
  • Entrevista sobre o álbum MEDUSA da minha banda Creepypasta. (Link: goo.gl/Y2NMV6)
  • Entrevista no programa Diversidade sobre o lançamento do romance Febre de Enxofre (Link: goo.gl/JIh3TW)

 

fanzines

 

Cursos:

1425524_765388120228443_4565105242573298359_n

12650569_1256523317695628_1334717606_n

  • Curso de Escrita Criativa na Casa Contemporânea.

LIMITES FINAL

  • Curso “Os Limites da Ficção Literária”.

13238978_1149637615103919_2012180107812554651_n

13335694_1012562995459005_3143471587607708887_n

13256140_1005796812802290_2895496856173066215_n

  • Cursos de Escrita Criativa no CLESX (Curso de Leitura e Escrita Samelly Xavier)

13267695_1149637628437251_8558856858561075319_n

  • Workshop de Escrita da Amazon, em Recife.

“Sidney Rocha debate sobre autopublicaçao em evento da Amazon. No evento, o escritor radicado em Pernambuco conversa com Bruno Ribeiro e Mila Wander.” (Link: http://goo.gl/bPta5O)

montage

  • Ministrante da oficina de Escrita Criativa no Sesc de Letras 2016, em João Pessoa.

13895140_273712592998555_2759151507803969447_n

  • Curso “Os Limites da Criatividade”, na Casa 233.

Os alunos desta oficina serão motivados a saírem do lugar comum na hora de criarem as suas obras. Para William Burroughs, “a linguagem é um vírus”. O contágio se faz necessário: infectar nossa escritura e romper com os padrões pré-estabelecidos. Na oficina “Os Limites da Criatividade” serão exibidas obras literárias e artísticas que articulam linguagens distintas – arte contemporânea, música, fotografia, teatro, dança, artes plásticas, etc – desafiando as classificações e padrões. (Link: http://goo.gl/ekSLsk)

13880401_1210363265698020_1166793899229736060_n

  • Ministrante da Oficina de Escrita Criativa na Flibo – Feira Literária de Boqueirão.

15578966_1336602843074061_5714913059603383068_n

  • Professor do módulo “Processos Criativos e Inovação Midiática” no MBA em Produção de Conteúdo para Mídias Digitais, na Unicoop Mais.

 

fanzines

 

Cinema & televisão:

206068_185323848201972_1577069_n

  • Diário de produção do curta-metragem O Caminho, selecionado para o 21ª Encontro da Nova Consciência em Campina Grande: (Link: https://goo.gl/uDp5iG)

 

fanzines

 

Música:

  • 7mm no Paraíso. Meu experimento acústico com violões e instrumentos eletrônicos defeituosos. (Bandcamp do projeto: https://goo.gl/yZD54E)
  • 7mm no Paraíso: banda lança clipe para “O que nunca terei.” (Whiplash)
  • Creepypasta (Uma parceria do 7mm no Paraíso + Nosso Querido Figueiredo). Punk experimental, macumba eletrônica, apocalipse ácido e roqueiro. (Link: https://goo.gl/NqbzJa)

a0207554336_16

  • Creepypasta é um termo que os norte-americanos costumam utilizar quando se deparam com um terror totalmente freak, que geralmente causa polêmica na internet. No Brasil, o termo serviu para o nome de um projeto conduzido por Matheus Borges (Nosso Querido Figueiredo) e Bruno Ribeiro (7mm no Paraíso). A primeira faixa lançada é “Palmer Eldritch”, um take sinistro de sete minutos que engloba do ambiente à batida do funk carioca, num esquema de produção lo-fi de discutível qualidade sonora.” (Na Mira do Groove)
  • “Banda, provocação ou grupo de estudos sobre alienígenas do passado? Palmer Eldritch, primeiro single da dupla, é um pouco de tudo isso. Meio música pra ninar maluco, meio experimento eletrônico, pode levar a lugares nunca antes ouvidos ou dissolver imediatamente qualquer ameaça de festa que você esteja sofrendo. Depende do seu referencial.” (O Inimigo)
  • “Quem se aventurar pelos sete minutos de “Palmer Eldritch” vai sentir os “sons do terror” e “vozes e gritos” que “se perdem numa cacofonia dançante”, uma batida circular, dentro de um trilho infinito. O título da música é retirado da obra de Philip K. Dick, “Os Três Estigmas De Palmer Eldritch”, lançado em 1965.” (Floga-se)
  • “Creepypasta lança seu primeiro som, Palmer Eldritch.” (Altnewspaper)

13866634_10207257368537923_2033986483_n

  • “O primeiro single deles foi “Palmer Eldritch“, uma faixa “futurista e dançante” inspirada na obra do Philip K. Dick, Os Três Estigmas de Palmer Eldritch (1965). Nesta sexta-feira (5), os dois nos apresentam a nova música deles, “Rua XV”, com exclusividade no Thump.” (Thump)

14202674_326985860976846_4393285662285573089_n

  • “E aí jovem, tá sentindo uma coceirinha no juízo? Pode muito bem ser o “Fantasma no Ouvido”, novo single do Creepypasta, projeto que une as mentes tortas de Matheus Borges (vulgo Nosso Querido Figueiredo) e Bruno Ribeiro (7mm no Paraíso).” (O Inimigo)

capa-definitiva-2

  • “Elétrico, eletrônico, poético e desencarnado, Medusa é um dos discos mais interessantes do ano. É som pra dançar em cima da cova, pode ser a sua ou do seu melhor inimigo.” (O Inimigo)
  • “Cheio de batidas sombrias, andamentos escuros, vocais sussurrados ou gritados, é uma obra típica dos anos oitenta mais góticos, recomendado principalmente aos fãs de Pink Industry (ouça, pois, “Caralhada” e “Felicidade”).” (Floga-se)
  • No jornal Zero Hora:

15036604_1292572167477129_1975207611111977887_n

 

fanzines

 

Outros:

  • Graduado em Comunicação Social (Bacharel em Publicidade & Propaganda) – CESREI – Faculdade Reinaldo Ramos (Campina Grande, 2008-2011)
  • Mestrado em Escrita Criativa – Universidad Tres de Febrero (Buenos Aires, 2013-2015)
  • Mestrado em Cine y Teatro Latinoamericano y Argentino – UBA (Buenos Aires, 2013 – ?)
  • Creative Writing Workshop – Walrus Books (Buenos Aires, 2012)
  • Curso de criação – Underground, Escuela de Creatividad (Buenos Aires, 2012)

 

fanzines

 

Social:

Facebook

Instagram

Twitter

Quebrando o Gênio

Porco Sucio

Portfólio

brunorrsantos@live.com

RG 2

©Todo conteúdo por Bruno Ribeiro.

† 1989 – 2016 †